À volta do mundo...

1.5.10

The Eagle And The Dancer Eagle


A águia é o animal mais sagrado para a maioria dos nativos americanos. Não só a maioria dos americanos nativos chamam o mestre do céu, a águia é acreditado para ter orações para o Grande Espírito. A maioria acredita que a Eagle é escolhido por Deus para trazer mensagens. Eles podem voar mais alto e ver mais longe do que qualquer outro pássaro. A águia é considerado o líder de todos os animais. A Águia representa a força, potência, e é regente do céu. Os índios Hopi capturá-los e mantê-los em seu telhado tops de proteção e passam grande parte do tempo cuidando deles. A imagem do meio nas fotos acima é um regalo Eagle. Muitas tribos, como o Hopi ir no alto de penhascos para capturá-los. Eagle penas são apreciadas posses e utilizado em várias cerimônias religiosas.

Quase todas as tribos norte-americano que eles chamam de uma dança Eagle. O Hopi Eagle Dance Kachina aparece em cerimônias da noite março, juntamente com os Chefes de lama. O dançarino imita o movimento eo grito de uma águia para a perfeição. O Hopi Eagle Kachina Dancer é chamado Kwa. Para vestir ou segurar uma pena de águia nativos americanos acreditam que lhes dá aviso imediato com o Grande Espírito. Uma das mais altas distinções entre os povos indígenas deve ser dada uma pena de águia. Quando se tem uma pena de águia, deve ser de mente clara e não consumir qualquer droga ou álcool. Se uma pena de águia cair no chão, ele deve ser limpo. A maioria dos índios que preferia perder a cavalo ou lá em casa que perder uma pena de águia.

26.4.10

Chefe Nuvem vermelha


Em 1868, os homens vieram e trouxeram documentos. Nós não poderíamos lê-los e eles não nos dizem realmente o que estava neles. Nós pensamos que o tratado foi para remover os fortes e para que nós deixaremos de lutar. Mas eles queriam enviar-nos comerciantes no Missouri, mas queríamos comerciantes onde estávamos. Quando cheguei a Washington, o Grande Pai explicou-me que os intérpretes tinham me enganado. Tudo que eu quero é direito e justo.
Chefe Nuvem Vermelha - Sioux

25.4.10

Os Dongria Kondh


A luta do povo dongria kondh, de Orissa, na Índia, faz lembrar a luta dos na’vi no filme Avatar, de James Cameron.

Tantas são as semelhanças com a história de Avatar que a Survival – uma organização que luta pelos direitos dos povos indígenas – resolveu publicar um anúncio na revista Variety dirigindo um apelo directo a James Cameron, pedindo-lhe ajuda e a convidando-o a ver um documentário de dez minutos onde toda a situação é explicada: «Nós vimos o seu filme, agora veja o nosso: www.survival.es/lamina», diz o anúncio, publicado ontem.

Os dongria kondh veneram a sua montanha como «sagrada» e também se sentem ameaçados pela ganância de uma civilização tecnologicamente superior que serve insensíveis e pouco ecológicos interesses corporativos; em Pandora, uma corporação – a RDA – tenta expulsar os na’vi da Casa da Árvore, local que lhes é sagrado, para ter acesso à rica reserva de um minério chamado unobtainium; na Terra, uma empresa altamente cotada na bolsa de Londres, a Vedenta Resources, propriedade do multimilionário indiano Anil Agarwal, prepara-se para abrir uma mina na montanha sagrada dos dongria kondh para ter acesso ao bauxite, mineral a partir do qual se obtém alumínio.

Os dongria kondh são um dos povos indígenas mais antigos do mundo. Vivem nas colinas de Niyamgiri, no Estado de Orissa, na Índia, e veneram a sua montanha como se fosse um deus.

Partiu provavelmente do responsável pela organização Survival, Stephen Corry, a ideia de comparar a situação real na Índia com a ficção de Avatar. Um brilhante golpe publicitário que fará com que todos os fãs do filme se interessem pelo que se passar com aquele povo e por tudo o que Corry quiser dizer: «Assim como os na’vi descrevem a selva de Pandora como um todo, também para os dongria kondh vida e terra estão profundamente ligadas. Se descontarmos os elementos de ficção científica, a história fundamental de Avatar está a suceder ali, nas colinas de Niyamgiri.»

«Tal como os na’vi de Avatar, os dongria kondh também se encontram em perigo e a ponto de ver as suas terras minadas pela Vedanta Resources, que não recuará perante nada para conseguir os seus objectivos. A mina destruirá os bosques dos quais dependem os dongria kondh e arruinará as vidas de outros povos indígenas kondh que vivem na zona. Espero sinceramente que James Cameron se junte a esta luta para salvar a montanha sagrada dos dongria e assegurar o seu futuro», declarou Stephen Corry.

Ainda antes do mediático apelo a Cameron, já as tribos locais se tinham juntado aos dongria para uma manifestação contra a empresa e o multimilionário indiano. Na sexta-feira da semana passada, 5 de Fevereiro, mais de 3000 manifestantes juntaram-se na cidade de Muniguda – uma entre as muitas iniciativas de protesto que já incluíram corte de estradas e marchas.

«Deixem as nossas florestas, os nossos córregos e a nossa montanha sagrada em paz», gritam os povos desprotegidos, à espera que Cameron os oiça, se comova como o marine Jake Sully do filme, ponha de parte alguns dos milhões que ganhou com Avatar e os ajude a vencer a tirania corporativista dos maus da fita. Fontes: El Mundo, Survival e Wikipédia.